Sabiá não cantou mais
desde quando me deixaste.
Hoje chora co´a viola,
empoleirado à saudade.
Bem-te-vi não te viu mais
e nem eu ao bem-te-vi.
Emudecido, foi-se embora
por não te ver mais aqui.
E eu que, quando bem te vi,
me senti um passarinho...
De repente, a solidão
no meu peito fez seu ninho.
João-de-barro ergueu do barro,
como eu, sua morada.
Que tristeza, ele bem sabe,

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